Destesto esquema de luz mas adoro bastidores. Um é tão inútil quanto o outro mas ao menos os bastidores são mais divertidos.
O vídeo abaixo permite acompanhar rapidamente os bastidores de uma sessão fotográfica cujo tema é a falência de um banco. Repare que o fotógrafo está utilizando os novos Pocket Wizards Mini/Flex para controlar seus Canon 580EX. Para maiores detalhes visite o Utah Photojournalism.
A Internet está repleta de opções para compartilhar e hospedar fotografias online. Vamos falar rapidamente daqueles que parecem ser os mais populares, oferecendo a melhor combinação de recursos e facilidades de uso.
Flickr, um dos maiores serviços de compartilhamento de imagens, famoso tanto por ser gratuito quanto por oferecer excelentes serviços pagos (é o modelo freemiun de negócio, tão comum na web 2.0), anunciou recentemente ter chegado a casa dos 3 bilhões de fotos armazenados em seus servidores. Soa como um número impressionante (e realmente é) mas ainda é pouco se comparado aos 10 bilhões de fotos que o Facebook anunciou apenas um mês antes.
fotoviewr: extende o Flickr possibilitando criar fantásticas galerias a partir de suas próprias fotos.
iStockPhoto: não é exatamente um serviço de compartilhamento de imagens mas, isto sim, um banco de imagens royalty free, ou seja, gratuito. Agora também oferece vídeo e música também royalty free.
Photobucket: um massivo serviço de álbum, hospedagem e compartilhamento de fotos. Oferece interessantes e úteis recursos como álbuns comunitários, temas variados para personalização dos álbuns e compartilhamento de fotos por email, comunicadores (intant messengers) e celulares/smart phones.
O Picasa permite editar e compartilhar imagens. Requer o download de um programa que está disponível para Windows, Linux e agora também para Mac.
SmugMug: oferece algumas funcionalidades para comercialização de imagens que podem ser úteis para um fotógrafo tentando sobreviver de fotografia. Não tem serviço gratuíto e seu plano básico começa a partir de $39.95.
Nada mais frustrante com toda esta tecnologia das DSLRs do que perder fotos por conta de problemas com algo tão banal quanto um cartão de memória.
Defeito de fabricação, vida útil, falta de manuseio e armazenamento adequados e até mesmo falta de planejamento, tudo concorre para a eminência de um desastre.
Alguns problemas não dependem do fotógrafo e nem sequer podem ser evitados (defeitos de fabricação, por exemplo), enquanto outros dependem apenas do fotógrafo para ocorrerem. É sobre esta última categoria de problemas que vamos falar.
Cuidado com os contatos eletrônicos
Os contatos eletrônicos do cartão de memória são, podemos dizer, sua parte fraca. Se forem danificados ou mesmo ficarem sujos, teremos dificuldades de leitura e arquivos corrompidos. Evite tocar os contatos diretamente com os dedos, assim como sempre armazene seus cartões na embalagem original ou em um porta-cartão limpo, distante de umidade, calor ou qualquer outro meio/condição adverso.
Fique de olho na gravação
Jamais remova o cartão da câmera enquanto esta estiver gravando arquivos. Isto pode ocorrer facilmente com as DSLRs da Canon, que não impedem a remoção do cartão no meio da gravação de uma imagem. A remoção do cartão nestas condições fatalmente comprometerá o arquivo sendo gravado. Pode, além disto, danificar todo o sistema de arquivos do cartão, corrompendo consigo outras imagens.
Fique de olho na carga da bateria
Tome cuidado com suas baterias. Não deixe-as descarregar completamente com a câmera em uso, o que equivale a retirar o cartão no meio da gravação.
Ao invés de excluir, formate
Crie o hábito de, após descarregar suas imagems, formatar o cartão para nova utilização. Isto é melhor do que simplesmente excluir as imagens presentes no cartão. Ao formatar, estará reiniciando o sistema de arquivos a uma condição ideal de operação.
Escolha cartões menores
Evite comprar largos cartões de memória. Ao invés de adquirir um único cartão de 16GB, dê preferência a dois cartões de 8 GBs cada, ou mesmo quatro cartões de 4 GBs cada. No caso de um acidente/desastre com um dos cartões, terá grandes chances de preservar as imagens presentes nos demais cartões.
Faça rodízio entre cartões
Adquira ao menos dois cartões de memória, numere-os com uma caneta ou pequena etiqueta adesiva e faça rodízio entre eles, ora utilizando um, ora utilizando outro. Isto diminui, ou melhor dizendo, distribui a carga de trabalho entre eles, extende sua vida útil, contribuindo para evitar a ocorrência de um desastre.
O ExtremeTech fez um benchmark da performance de processamento entre o Photoshop e o Gimp. É claro que o Photoshop ganhou, não há nem o que discutir.
Mais importante do que performance seria medir a produtividade gerada pela usabilidade das ferramentas. Isto o benchmark não mediu. E creio mesmo que nenhum benchmark seria capaz de fazê-lo, dado os incomensuráveis aspectos subjetivos e pessoais que rondam o tema da usabilidade. Se fosse possível medir tal incomensurabilidade, tenha certeza de que a surra dada pelo Photoshop seria ainda maior, muito maior do que se possa imaginar. Mas isto não se mede, e nem sei porque estou aqui falando de algo não mensurável.
Alguém pode e sempre vai argumentar que o Gimp é gratuíto enquanto que o CS4 custa uma paulada. E meu amigo Fabiano, que usa Gimp para tratar suas fotos, vai certamente me julgar um ignorante. Mas quando o assunto é trabalho – e produção de imagem requer muito trabalho – o preço final do Photoshop, diluído no volume de trabalho que é capaz de proporcionar, se transforma em uma ninharia ridícula e inexpressiva, próxima do gratuíto do Gimp.
Unikonetwork: Agradecemos a todos que participaram da promoção do fotozine. Continuem nos seguindo para saber de nossas promoções e descontos! 2 weeks ago from web