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	<title>fotozine &#187; Técnica</title>
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		<title>Manual do Photomatix Pro em português!</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2009/10/manual-do-photomatix-pro-em-portugues.html</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 21:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[hdr]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizem que gosto não se discute, mas &#8220;mau gosto&#8221; pode e deve ser discutido assim como eliminado. Parte significativa das fotografias HDR (High Dynamic Range) que encontramos por aí são simplesmente detestáveis.
Não, não falo mal da tecnologia/técnica por detrás do HDR. Pelo contrário, considero-a da maior valia. Problema mesmo é aqueles que se valem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que gosto não se discute, mas &#8220;mau gosto&#8221; pode e deve ser discutido assim como eliminado. Parte significativa das fotografias HDR (High Dynamic Range) que encontramos por aí são simplesmente detestáveis.</p>
<p>Não, não falo mal da tecnologia/técnica por detrás do HDR. Pelo contrário, considero-a da maior valia. Problema mesmo é aqueles que se valem de tal funcionalidade para, exagerando seus recursos, criar fotografias do mais péssimo gosto, com <em>halos</em> por toda parte, <em>noise</em> excessivo e horrenda saturação. É um problema de percepção de mundo, de educação estética e também de técnica, ou melhor dizendo, de falta de técnica.</p>
<p>Que o diga o fotógrafo EduChaves (<a href="http://twitter.com/educhaves2">@educhaves2</a>), que encara esta problemática até com maior gravidade:</p>
<p><em>&#8220;Vi poucos &#8216;trabalhos&#8217; em que se justifica o uso do HDR. E a maioria é: estava ruim e ficou pior com HDR.&#8221;</em></p>
<p>Para tentar reverter esta situação, EduChaves se propôs e executou uma primorosa tarefa: traduziu para o português todo o manual de um dos mais importantes e completos softwares de criação de HDR, o Photomatix Pro.</p>
<p><em>&#8220;Vamos usar da maneira correta o HDR. Ele é ferramenta, não é solução e não deve ser restrito a poucos.&#8221;</em></p>
<p>E a tradução da ferramenta foi mesmo primorosa. EduChaves tomou o cuidado de preservar, sempre que necessário e entre parênteses, todas as expressões originais em inglês de modo a eliminar eventuais dúvidas. Ao mesmo tempo, e com muito bom senso, também manteve em inglês todos aqueles termos fotográficos já consagrados, percebendo que sua tradução traria mais prejuízo do que benefício. Um trabalho atento e limpo que só poderia ser bem realizado por quem entende do assunto.</p>
<p>O Manual Photomatix em Português (PDF &#8211; 500KB) pode ser baixado na <a href="http://www.hdrsoft.com/support/index.html">seção de suporte</a> do website do Photomatix Pro assim como a partir do <a href="http://www.multimediaphoto.com/doc/manual/pt/manualportuguesphotomatixpro.pdf">link direto</a>.</p>
<p>E EduChaves já adianta: vem aí o Photomatix Pro 4.0 e com ele o novo manual também traduzido, seguido de workshops gratuitos que ocorrerão aqui no Brasil.</p>
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		<title>Foto a luz de velas</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2009/02/foto-a-luz-de-velas.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 17:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por vezes ficamos tão aprisionado em torno de equipamentos de luz de estúdio, técnicas de estúdio e assuntos relacionados e altamente sofisticados, que esquecemos ou nem mesmo percebemos que podemos produzir imagens de qualidade com aquilo que temos dentro de casa.
Provavelmente foi pensando nisso que a Digital Photography School publicou uma concisa lista de dicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/sea_eye/165103261/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1011" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="candle-light-photography" src="http://www.fotozine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/candle-light-photography-150x150.jpg" alt="candle light photography 150x150 Foto a luz de velas" width="150" height="150" /></a>Por vezes ficamos tão aprisionado em torno de equipamentos de luz de estúdio, técnicas de estúdio e assuntos relacionados e altamente sofisticados, que esquecemos ou nem mesmo percebemos que podemos produzir imagens de qualidade com aquilo que temos dentro de casa.</p>
<p>Provavelmente foi pensando nisso que a Digital Photography School publicou uma concisa lista de <a href="http://digital-photography-school.com/14-tips-for-great-candlelight-photography">dicas para fotografar a luz de velas</a> (texto em inglês). São todas dicas bem simples para produzir excelentes resultados.</p>
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		<title>Mais sobre white-balance</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2009/01/mais-sobre-white-balance.html</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 22:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Sara Frances, da Professional Photographer Magazine, teve um surto logo no começo de dezembro de 2008 e escreveu dois excelentes artigos sobre white-balance.
Em Product Comparison: Reflective White-Balance Devices, Sara realiza uma bateria de testes com diversos modelos de cartões e discos de medição de white-balance, enquanto que em White Balance, A Reflection of You, discute [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sara Frances, da <a href="http://www.ppmag.com/">Professional Photographer Magazine</a>, teve um surto logo no começo de dezembro de 2008 e escreveu dois excelentes artigos sobre white-balance.</p>
<p>Em <a href="http://www.ppmag.com/web-exclusives/2008/12/white-balance-a-reflection-of.html">Product Comparison: Reflective White-Balance Devices</a>, Sara realiza uma bateria de testes com diversos modelos de cartões e discos de medição de white-balance, enquanto que em <a href="http://www.ppmag.com/web-exclusives/2008/12/when-to-white-balance-a-reflec.html">White Balance, A Reflection of You</a>, discute aspectos criativos e técnicos do controle de balanço de brancos da imagem.</p>
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		<title>Abrangente introdução as técnicas de seleção no Photoshop</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/11/abrangente-introduo-as-tcnicas-de-seleo.html</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[photoshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi com este objetivo título que o PSDTUTS publicou mais um excelente tutorial para Photoshop.
As principais técnicas de seleção são apresentadas no tutorial: seleção por cor; seleção básica com masks; masks a partir de channels; adição, subtração e intersecção com seleções; seleção com brush; seleção por luminosidade com técnica de threshold; seleção por luminosidade com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi com este objetivo título que o PSDTUTS publicou mais um <a href="http://psdtuts.com/tutorials/tools-tips/a-comprehensive-introduction-to-photoshop-selection-techniques/">excelente tutorial para Photoshop</a>.</p>
<p>As principais técnicas de seleção são apresentadas no tutorial: seleção por cor; seleção básica com masks; masks a partir de channels; adição, subtração e intersecção com seleções; seleção com brush; seleção por luminosidade com técnica de threshold; seleção por luminosidade com a técnica baseada no modo LAB.</p>
<p>Enfim, uma boa quantidade de técnicas e ferramentas para agregar ao seu arsenal. E quanto mais técnicas conhecer, tão melhor a qualidade de suas imagens e tão mais rápido conseguirá concretizar suas idéias e entregar seu trabalho.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>High speed flash sync</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/11/high-speed-flash-sync.html</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[David Ziser, do Digital ProTalk, produziu 17 minutos de vídeo abordando exclusivamente técnicas baseadas em high speed flash sync.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>David Ziser, do <a href="http://digitalprotalk.blogspot.com/">Digital ProTalk</a>, produziu 17 minutos de vídeo abordando exclusivamente técnicas baseadas em high speed flash sync.</p>
<p><center><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="viddler" height="370" width="437"><param name="movie" value="http://www.viddler.com/player/eb5e52a/"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="wmode" value="transparent"><embed src="http://www.viddler.com/player/eb5e52a/" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="transparent" name="viddler" height="370" width="437"></embed></object></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>De volta ao básico &#8211; Percepção de cor e a fotografia</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/09/de-volta-ao-bsico-percepo-de-cor-e.html</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 00:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[

Observando a imagem acima, você acreditaria que o quadrado A e o quadrado B possuem exatamente a mesma gradação de cinza, em outras palavras são de mesma cor? Evidentemente que não. Afinal de contas, e como já se tornou hábito dizer, os olhos não mentem, não é mesmo?!
Olhe novamente, desta vez com o auxílio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SN_aTo5hFYI/AAAAAAAAAd8/CDP_sVn64MA/s1600/big/checkershadow_illusion4full.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" rel="lightbox[193]"><img border="0" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SN_aTo5hFYI/AAAAAAAAAd8/SR_88fH5krA/s400-R/thumb/checkershadow_illusion4full.jpg" title="De volta ao básico   Percepção de cor e a fotografia" alt="checkershadow illusion4full De volta ao básico   Percepção de cor e a fotografia" /></a></div>
<p>Observando a imagem acima, você acreditaria que o quadrado A e o quadrado B possuem exatamente a mesma gradação de cinza, em outras palavras são de mesma cor? Evidentemente que não. Afinal de contas, e como já se tornou hábito dizer, os olhos não mentem, não é mesmo?!</p>
<p>Olhe novamente, desta vez com o auxílio de duas faixas adicionais, que permitirão verificar se o que constatamos na imagem acima é verdadeiro ou não:</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SN_bc9clYgI/AAAAAAAAAeE/9O1LxplEqeo/s1600/big/checkershadow_proof4full.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" rel="lightbox[193]"><img border="0" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SN_bc9clYgI/AAAAAAAAAeE/9axkyc-ADA4/s400-R/thumb/checkershadow_proof4full.jpg" title="De volta ao básico   Percepção de cor e a fotografia" alt="checkershadow proof4full De volta ao básico   Percepção de cor e a fotografia" /></a></div>
<p>
Ops, as faixas demonstram o contrário do que nossos olhos afirmavam. Quadrados A e B possuem exatamente a mesma tonalidade e cor! O criador desta ilusão, Edward H. Adelson, <a href="http://web.mit.edu/persci/people/adelson/checkershadow_description.html">explica o fenômeno aqui</a>.</p>
<p>Se o exemplo acima soa artificial e hipotético, sem muito paralelo com a realidade, então assista ao vídeo abaixo, recém produzido pela Apple. Ele ilustra de modo símples e intuitívo, as ilusões a que nossos olhos estão sujeitos quando o assunto é cor e contraste:</p>
<div style="text-align: center;"><object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Rab5l5SDm3I&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Rab5l5SDm3I&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
<p>
Para nós, fotógrafos, o que interessa notar é que nossos olhos, a despeito de toda perfeição que apresentam, cometem equívocos que podem se refletir na avaliação que fazemos acerca de nossas fotografias e do tratamento que precisam receber: na determinação do branco e do preto na imagem, no ajuste de white-balance, na percepção de color cast e mesmo na percepção de cores em geral.</p>
<div style="text-align: left;">Nisto reside o principal argumento que condena a calibração de monitores baseada na técnica do &#8220;olhômetro&#8221;, isto é, do ajuste de cor, contraste e brilho de um monitor realizados manualmente, sem o auxílio de equipamento de medição adequado (colorímetro) e avaliados pura ou simplesmente pelo olho humano (mesmo que contando com o auxílio de softwares como o Adobe Gamma). O mesmo se aplica a outros meios que não a tela do computador, como se dá com a impressão em papel, aonde se impõe o desafio de traduzir cores em espaços mais limitados de cor além do clássico problema da fidelidade de preto e branco.</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">
É também esta consideração que faz com que grande parte dos softwares voltados ao tratamento de imagens, não passem de softwares amadores no que diz respeito a fidelidade de cor. Esta é uma das maiores críticas que faço ao Lightroom, LightZone, Bibile Labs e tantos outros programas, pois deixam exclusivamente a cargo do olho do fotógrafo a determinação da cor que melhor represente a cena e oferecem ferramentas de análise e correção ainda por demais rudimentares e imprecisas.</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<p>
Para muitos porém, isto tudo não passa de preciosismos acadêmicos. Creio, todavia, que é este preciosismo, este cuidado apurado com a cor da foto, que diferencia antes de mais nada o trabalho profissional, de qualidade, do trabalho amador.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jim Talkington e o pro photo life</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Prestem bem atenção na foto ao lado. Este sujeito chama-se Jim Talkington e tenha certeza de que vai fazer fama, muita fama.
Fotógrafo profissional a mais de 20 anos, trouxe ao mundo recentemente o prophotolife.com, um blog recheado de vídeos e informações sobre luzes de estúdio, técnicas diversas e mercado de trabalho. Seu blog mal começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SM07mwTa-KI/AAAAAAAAAYU/uzC2SdOl7FU/s1600/big/small_jim_portrait.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" rel="lightbox[178]"><img border="0" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SM07mwTa-KI/AAAAAAAAAYU/xDNMDykv-bQ/s320-R/thumb/small_jim_portrait.jpg" title="Jim Talkington e o pro photo life" alt="small jim portrait Jim Talkington e o pro photo life" /></a></div>
<p>Prestem bem atenção na foto ao lado. Este sujeito chama-se Jim Talkington e tenha certeza de que vai fazer fama, muita fama.</p>
<p>Fotógrafo profissional a mais de 20 anos, trouxe ao mundo recentemente o <a href="http://prophotolife.com/">prophotolife.com</a>, um blog recheado de vídeos e informações sobre luzes de estúdio, técnicas diversas e mercado de trabalho. Seu blog mal começou e já está nas paradas de sucesso. O segredo? Muito simples: o que o Strobist fez com flashe portátil, Jim está fazendo com estúdio.</p>
<p>Dono de excelente didática Jim está dissecando, paulatina e meticulosamente, todos os menores aspectos, segredos e truques de estúdio, eliminando a aura de inacessibilidade que cerca o trabalho profissional neste ambiente.</p>
<p>Soluções simples como o uso de espelhos para iluminar objetos, difusores home-made e iluminação com lâmpadas comuns, estão trazendo para a realidade cotidiana coisas que até então só eram possíveis com caríssimos equipamentos. Mas não se detem aí. Equipamentos profissionais, de softboxes a flashes, fundos infinitos gigantes a tripés, tudo está sendo discutido e apresentado de modo claro e acessível.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SM1Og2bhPSI/AAAAAAAAAYc/ljao04bctFs/s1600/big/prophotolife400bannerlogo.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" rel="lightbox[178]"><img border="0" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SM1Og2bhPSI/AAAAAAAAAYc/CtphG1RyHHI/s320-R/thumb/prophotolife400bannerlogo.png" title="Jim Talkington e o pro photo life" alt="prophotolife400bannerlogo Jim Talkington e o pro photo life" /></a></div>
<p>Confira alguns dos vídeos:</p>
<p>* <a href="http://prophotolife.com/2008/03/29/prophotolife-instructional-video-lighting-glassware-in-the-studio/">DIY studio lighting for glassware</a>: este é um dos meus preferidos. É impressionante a facilidade com que Jim apresenta a solução para um dos mais difíceis problemas em iluminação de estúdio, assunto que recebe capítulo exclusivo em qualquer livro de iluminação verdadeiramente sério e que no indispensável <a href="http://fotozine.blogspot.com/2008/07/livros-que-recomendo.html">Light Science &amp; magic</a> é abordado em nada mais, nada menos que 30 páginas.</p>
<p>* <a href="http://prophotolife.com/2008/04/09/prophotolife-instructional-video-tour-the-studio/">Tour my photo studio</a>: este é para babar e sonhar! Uma rápida visita ao estúdio de Jim.</p>
<p>* <a href="http://prophotolife.com/2008/04/28/episode-6/">DIY studio product lighting advanced tricks</a>: confira o que Jim faz com lâmpadas e materias comuns.</p>
<p>* <a href="http://prophotolife.com/2008/06/02/video-episode-13-beautiful-portraits-with-just-one-light/">Beautiful studio portraits with just one light</a>: um dos vídeos mais populares de Jim, ensina como fazer um retrato usando apenas uma única fonte de luz.</p>
<p>* <a href="http://prophotolife.com/2008/06/09/video-episode-14-the-classic-three-light-portrait/">The classic three light portrait</a>: continuação do vídeo anterior, desta vez analisando um retrato de maior qualidade, adicionando detalhes e explorando conceitos como key triangle, hair light e background light.</p>
<p>* <a href="http://prophotolife.com/2008/06/30/video-episode-18-tabletop-photography-all-done-with-mirrors/">Tabletop photography all done with mirrors</a>: este é outro dos meus preferidos. A partir de uma única fonte de luz e alguns espelhos, veja como Jim ilumina um pequeno objeto.</p>
<p>E há muito mais por ser visto. Trata-se de um blog que merece leitura do início ao fim, com a certeza de aprender muito.</p>
<p>Não perca mais tempo. Salve o <a href="http://prophotolife.com/">bookmark</a> e adicione o <a href="http://prophotolife.com/feed/">feed</a> ao seu leitor de RSS.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia no Linux? Fala sério&#8230;</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/09/fotografia-no-linux-fala-srio.html</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 14:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[lightzone]]></category>

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		<description><![CDATA[Semanas atrás divulguei aqui no blog o lançamento do LightZone 3.5 para Linux. Assim inicio o post:
No mês passado, a LightCraft lançou a versão final do LightZone 3.5 para Linux. Eu sei que Linux não está com nada, ninguém usa, blá, blá, blá. Tudo bem. O LightZone tem versão para Windows e Mac também. Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semanas atrás divulguei aqui no blog o <a href="http://fotozine.blogspot.com/2008/08/lightzone-35-final-para-linux.html">lançamento do LightZone 3.5 para Linux</a>. Assim inicio o post:</p>
<div style="text-align: right;"><em>No mês passado, a LightCraft lançou a versão final do <a href="http://www.lightcrafts.com/products/index.html">LightZone 3.5</a> para Linux. Eu sei que Linux não está com nada, ninguém usa, blá, blá, blá. Tudo bem. O LightZone tem versão para Windows e Mac também. Este nem é o ponto a que quero chegar.</em></div>
<p>Este post gerou um intenso debate, recheado com alguns ataques de mais baixo nível. Num deles recebi a sugestão de me informar mais sobre o assunto ou não escrever a respeito do que não sei:</p>
<div style="text-align: right;"><em>Meu amigo, se vc se informar um pouco mais a respeito do Linux, vai ver que a parte do seu primeiro paragrafo que diz &#8220;Eu sei que Linux não está com nada, ninguém usa, blá, blá, blá. Tudo bem.&#8221; está totalmente equivocada. Procure se informar um pouco. Caso nao queira fazer isso, procure nao escrever a respeito do que não sabe <img src='http://www.fotozine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Fotografia no Linux? Fala sério..." /> </em></div>
<p>A despeito de eu ter sido um dos pioneiros no uso do Linux aqui no Brasil e continuar a usá-lo para uma série de atividades, decidi ir um pouco mais além e efetivamente me &#8220;informar sobre o que não sei&#8221;.</p>
<p>De fato isto é necessário. A única experiência profissional e séria no uso de Linux para tratamento de imagens de que tenho notícia, foi aquela empreendida anos atrás por dois amigos. Ambos trabalharam no desenvolvimento do sistema de radares fotográficos aqui da cidade de São Paulo e usaram Linux para este fim. Porém, não se tratou de algo diretamente relacionado a fotografia: os radares, ao menos na época, não fotografavam mas filmavam os motoristas imprudentes. Somente depois disto é que o software escolhia um momento da filmagem como imagem única e estática.</p>
<p>Pedi então socorro ao Google e rapidamente me deparei com discussões e avaliações recentes, de modo que nem precisei garimpar muito para conseguir o que queria. De fato, a busca no Google por linux + photography traz como primeiro resultado um blog intitulado <a href="http://jcornuz.wordpress.com/">Linux Photography</a> e que em <a href="http://jcornuz.wordpress.com/2008/08/21/using-linux-for-photography-where-we-stand/">artigo escrito dias atrás</a> resume muito bem a situação:</p>
<div style="text-align: right;"><em>But let’s face it: Linux is not a drop-in replacement for Windows or MacOS for photography yet. Far from it. You can use Linux for serious photography, but critical pieces are still missing or are too kludgy for efficient work; you need to be willing to accept sacrifices. I use Linux for photography as an amateur, but I would never recommend Linux to a pro photographer with time / production constraints.</em></div>
<p>O que, numa tradução livre, significa o seguinte:</p>
<div style="text-align: right;"><em>Vamos encarar os fatos: em fotografia Linux ainda não é um substituto direto do Windows ou do MacOS. Longe disso. Você pode utilizar o Linux para fotografia séria, mas elementos críticos ainda estão faltando ou são por demais desajeitados/pesados (kludgy diz respeito a sistemas de computação que não se combinam muito bem ou que foram desenvolvidos para outras aplicações que não aquela em discussão, no nosso caso, que não foram desenvolvidos especificamente para tratamento fotográfico sério) para um trabalho eficiente, e deve estar preparado para aceitar sacrifícios. Uso Linux para fotografia como um amador, mas jamais recomendaria Linux para um fotógrafo prossional com restrições de tempo e produtividade.</em></div>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Precisa dizer mais?</strong></span></p>
<p>O nervosismo em defesa do Linux consitue-se mais em problema psicológico, de quem encara que criticar Linux é como xingar a própria mãe, do que avaliação séria do sistema operacional e de sua aplicabilidade. E eu bem sei disso pois também já agi assim.</p>
<p>Não se trata de recriminar o uso de Linux ou de jogá-lo na vala comum das experiências que não deram certo. Longe disso. Fato inquestionável, Linux está cada vez mais presente e ganhando cada vez mais espaço. Apresenta aplicações muito sérias e competentes e algumas razoavelmente imbatíveis. Mas não adianta vestir a camisa e bancar o nervosinho quando o assunto é o uso do Linux para fotografia profissional porque, no que diz respeito a este ponto específico, ele ainda não se presta para coisas sérias. E olha que nem adentrei na questão de usabilidade&#8230;</p>
<p>Não, não vou seguir o conselho do nervosinho lá de cima. Se de um lado não divulgarei tudo quanto é tranqueira que é lançada para fotografia em Linux e nem farei dele meu sistema operacional de uso diário, do outro não deixarei de escrever sobre Linux quando despontarem iniciativas realmente proveitosas, como é o caso do LightZone para Linux.</p>
<p>E quem se sentir indignado que vá fazer terapia!</p>
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		<title>Curtas da semana</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
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		<category><![CDATA[iluminação]]></category>
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		<description><![CDATA[Semana agitada com o anúncio da Canon EOS 50D e os detalhes da Nikon D90. Mas o mundo continua girando.
Dias atrás o Pixinfo.com publicou um abrangente comparativo entre a Nikon D700 e a Canon EOS 5D. Já adianto a conclusão: a Nikon D700 inova em funcionalidades, deixando a 5D para trás. Mas em matéria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana agitada com o anúncio da <a href="http://www.dpreview.com/news/0808/08082605canoneos50d.asp">Canon EOS 50D</a> e os detalhes da <a href="http://chsvimg.nikon.com/products/imaging/lineup/d90/en/index.html">Nikon D90</a>. Mas o mundo continua girando.</p>
<p>Dias atrás o Pixinfo.com publicou um abrangente comparativo entre a <a href="http://pixinfo.com/en/articles/nikon_d700_vs_canon_eos_5d/">Nikon D700 e a Canon EOS 5D</a>. Já adianto a conclusão: a Nikon D700 inova em funcionalidades, deixando a 5D para trás. Mas em matéria de qualidade de imagem, foi a Canon EOS 5D quem deixou a competidora comendo poeira.</p>
<p>Martin Joergensen publicou interessante post sobre <a href="http://blog.nikonians.org/martin_joergensen/2008/08/flash-snoots-and-grids.html">snorts and grids para flashes portáteis</a>. Apesar do efeito ser facilmente obtido via software, ainda assim é intessante contar com acessórios simples, baratos e eficientes para conseguir o efeito de luz sem nenhum outro artifício.</p>
<p>Não sabe o que são snorts e grids? Beyound Megapixels irá auxiliá-lo com seu <a href="http://www.beyondmegapixels.com/2008/08/light-modifiers-101.html">breve dicionário de modificadores de luz</a>.</p>
<p>Brian Auer fez duras críticas ao Lightroom em seu artigo <a href="http://blog.epicedits.com/2008/08/27/3-reasons-why-i-refuse-to-use-lightroom/">3 reasons why I refuse to use Lightroom</a>. Mais que depressa Ryan Dlugosz <a href="http://blog.rrdphoto.com/2008/08/lightroom-fud-lets-clear-air.html">correu em socorro</a> da Adobe. Quem ganhou e quem perdeu? Tire suas próprias conclusões.</p>
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		<title>Vídeos sobre HDR, por Ben Willmore</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 01:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[hdr]]></category>

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		<description><![CDATA[Ben Willmore já é nome comum não apenas quando o assunto é Photoshop, mas também quando se trata de imagens HDR &#8211; High Dynamic Range images. É responsável por puxar os limítes da técnica e produzir fotos impactantes, que rapidamente se transformaram em referência para os fotógrafos interessados. Realiza seminários de costa a costa dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.whereisben.com/">Ben Willmore</a> já é nome comum não apenas quando o assunto é Photoshop, mas também quando se trata de imagens HDR &#8211; High Dynamic Range images. É responsável por puxar os limítes da técnica e produzir fotos impactantes, que rapidamente se transformaram em referência para os fotógrafos interessados. Realiza seminários de costa a costa dos EUA e produziu, além disso tudo, o melhor vídeo sobre o assunto: <a href="http://www.digitalmastery.com/content/view/211/104/">HDR Mastery</a>.</p>
<p>Mas o que realmente interessa é observar que Ben Willmore disponibilizou abertamente dois breves vídeos sobre HDR, suficientes para situá-lo melhor. A <a href="http://revision3.com/pixelperfect/hdr/">primeira parte</a> apresenta os primeiros passos para fotografar para HDR, a mesclagem das diferentes exposições e o <i>tonemapping</i>, processo responsável por finalizar o trabalho básico de produção de uma imagem HDR. Na <a href="http://revision3.com/pixelperfect/hdrpartii/">segunda parte</a>, mostra como refinar a imagem de modo a transformá-la numa HDR impactante, bem ao estilo Ben Willmore.</p>
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		<title>O tipo de luz do Strobist</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/07/o-tipo-de-luz-do-strobist.html</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 20:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos sabem que gosto das idéias e sugestões de David, o Strobist. E até cheguei a me declarar seu fã, ainda que eu não saiba bem o que isto signifique e, de fato, não tenha maior importância para o assunto. Sou fã mesmo é de soluções simples e eficientes, notadamente soluções portáteis e de fácil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos sabem que gosto das idéias e sugestões de David, o <a href="http://strobist.blogspot.com/">Strobist</a>. E até cheguei a me declarar seu fã, ainda que eu não saiba bem o que isto signifique e, de fato, não tenha maior importância para o assunto. Sou fã mesmo é de soluções simples e eficientes, notadamente soluções portáteis e de fácil transporte. E no Strobist encontrei boas indicações para montar um <span style="font-style: italic;">setup</span> de luz mais adequado a esta linha de pensamento.</p>
<p>Por outro lado, já manifestei anteriormente o fato de que o Strobist não é uma boa referência para entender a luz, seus princípios, seu comportamento e sua aplicabilidade, no que diz respeito àquilo que interessa a um fotógrafo, que seja, produzir boas fotos, adequadamente iluminadas de acordo com esta ou aquela concepcão estética ou necessidade. Isto é de grande importância pois paira um certo julgamento acerca do Strobist, no mínimo equivocado e que pode levar a um beco, senão sem saída, ao menos com muitos percalços e desencontros.</p>
<p>Enfim, para encurtar o assunto e situar logo a discussão, <span style="font-weight: bold;">as propostas do Strobist não se constituem em uma teoria, técnica de iluminação ou de fotografia nem tampouco em uma estética da luz ou da fotografia</span>.</p>
<p>De fato, o máximo a que o Strobist se aproxima é de um conjunto de dicas e truques que, na melhor das possibilidades, pode receber o título de <span style="font-style: italic;">modo operandis</span>. Modo este todo calcado, vale frisar, no uso de flashes e de acessórios portáteis, que os complementem. Se por vez ou outra, transparece em seus textos alguma discussão a respeito do comportamento da luz, sua qualidade, e outros aspectos mais, estes não passa de rabiscos e apontes, muitas vezes imprecisos, de uma teoria mais ampla e mais sólida que pode, e mesmo deve, ser buscada longe do Strobist, em trabalhos como <a href="http://fotozine.blogspot.com/2008/07/livros-que-recomendo.html">Light, Science and Magic</a> e <a href="http://www.amazon.com/Matters-Light-Depth-Creating-Memorable/dp/1879174030">Matters of Light and Depth</a>. Porém, isto não significa dizer que o Strobist não entenda de técnica. O que lhe falta é organização e didática para tratar do assunto (não que o Strobist ou seus fãs pensem assim &#8211; a admiração e auto-admiração por vezes ofusca a visão e em terra de cego quem tem um olho é rei).</p>
<p>Do outro lado, o Strobist tampouco pode ser confundido com uma estética da luz ou da fotografia, muitas vezes resumida na expressão &#8220;tipo de luz do Strobist&#8221;, que costuma ser usada de modo jocoso. Antes de mais nada torna-se necessário avaliar o trabalho fotográfico desenvolvido pelo próprio Strobist para se ganhar alguma dimensão acerca daquilo que seria sua estética ou seu &#8220;tipo de luz&#8221;. Somente a partir de uma tal análise poderiamos determinar se tal crítica é de fato justa.</p>
<p>É verdade que suas fotos, no mais, não apresentam nada de assombroso. Trata-se, poderiamos dizer, de um fotógrafo profissional mediano, que apresenta boa qualidade, mas que não se diferencia significativamente de milhares de outros fotógrafos que, não seguindo seus preceitos e receitas, e sequer fazendo uso de flashes portáteis, realizam trabalhos muito similares. Mas não é necessário aqui realizar longas dissertações bastando se familiarizar com as fotos registradas por David, para rapidamente reconhecer que não há um &#8220;tipo de luz&#8221; que defina seu trabalho. O Strobist é experiente o suficiente para, a partir de flashes portáteis, produzir as mais variegadas qualidades de luz e gerar resultados estéticos diversos.</p>
<p>De fato, a crítica se instaurou não propriamente sobre o trabalho desenvolvido pelo Strobist. Este, como já dito acima, é capaz de produzir fotos com qualidades diversas de luz e que, ao serem melhor analisadas, demonstram não existir um único &#8220;tipo de luz&#8221;. Este, porém, não é caso de seus discípulos, fãs e afins. Uma rápida passeada pelas fotos registradas por strobistas esclarecerá o problema e denunciará a origem da crítica que, injustamente, recebe. Ao se analisar as fotos de discípulos strobistas, rapidamente se identifica uma certa uniformidade na luz, um certo white-balance que insiste em se fazer presente na maioria das fotos, uma certa temática que se repete <span style="font-style: italic;">ad-infinitum</span> e que, relacionados, parecem corroborar a teoria de um tipo específico de luz que define o &#8220;strobismo&#8221;.</p>
<p>O problema decorre, em parte, em função do trabalho progressivo que o Strobist vem fazendo em seu blog, e que consiste em ir apresentando de tempos em tempos certas dicas e as vezes até técnicas de luz, propostas como exercícios a serem aplicados por seus discípulos strobistas nos <span style="font-style: italic;">assignments</span>, palavra da língua inglesa que se traduz, neste caso, em missão ou tarefa. E imediamente, surgem centenas, talvez milhares de fotógrafos, cumprindo a missão de explorar tais dicas e técnicas. Mas aqui exageramos. Explorar é palavra forte demais. Na prática ocorrem inúmeras variações do mesmo tema, gerando imediatamente a impressão de que no mundo strobista não é possível fazer outra coisa senão o mesmo tipo de foto, com as mesmíssimas características de luz, repetido <span style="font-style: italic;">ad nausea</span>. Ocorrência perfeitamente natural num processo de aprendizado mas que nas mãos de alguns se transforma em crítica ao ser subtraído do contexto em que tal processo ocorre.</p>
<p>Um destes casos ganhou vultuosidade. Trata-se do fotoblog <a href="http://www.stateofthenation.co.nz/">State Of The Nation</a>, de autoria de Brent Williamson, fotógrafo de casamento e strobista nas horas vagas. Brent ganhou notoriedade depois de ser <a href="http://strobist.blogspot.com/2007/07/simple-light.html">citado positivamente</a> pelo &#8220;mestre&#8221; ao colocar em prática um de seus <span style="font-style: italic;">assignments</span>. Tratava-se de utilizar uma técnica específica e particular de balancear a luz natural com luz de flash, acrescida de uma certa concepção minimalista que vem ganhando cada vez mais adeptos e que consiste em utilizar o mínimo de recursos para produzir uma foto. Na época Brent conduzia um projeto denominado &#8220;365 dias&#8221;, ou seja, havia assumido a modinha européia de postar em seu fotoblog uma foto nova por dia, todos os dias, durante um ano inteiro. E para este fim, resolveu abraçar a dica técnica oferecida pelo Strobist, aplicando-a em uma série de retratos que foram se repetindo, dia após dia, no mesmo fundo e com o mesmo princípio minimalista de utilizar um ou no máximo dois flashes portáteis à luz do dia. A técnica é interessante e aplica-se bem em muitos casos, de acordo com certas condições de luz e intenção do fotógrafo. Todavia, adotá-la como prática efetivamente diária, repetindo-a por 365 dias no ano, só poderia gerar trabalhos com <a href="http://fotozine.blogspot.com/2008/02/ento-voc-quer-montar-um-fotoblog.html">excessiva padronização, repetitivos e enfadonhos</a>. Estava preparado o terreno para uma crítica dura e perfeitamente válida. Porém, curiosamente, esta não se dirigiu ao trabalho de Brent Williamson, mas para David, o Strobist, acusado de produzir uma &#8220;técnica que sempre gera o mesmo tipo de luz&#8221;.</p>
<p>A situação agrava-se ainda mais por conta do objetivo, velado ou não, que muitos strobistas perseguem de tentar extrair uma técnica unificadora e sólida a partir dos posts, muitas vezes descordenados e confusos, do Strobist. Como já discutimos antes, o Strobist não se constitui em técnica e pode, no melhor dos casos, ser encarado como um conjunto de dicas e truques úteis. Tentar extrair técnica sólida de tal conteúdo, é dar com os burros n&#8217;agua. Uma olhadela nas discussões e fotos de membros do <a href="http://www.flickr.com/groups/strobist/discuss/">grupo Strobist no Flickr</a> será suficiente para se situar no problema.</p>
<p><span style="font-size: large; font-weight: bold;">O tipo de luz do Strobist</span></p>
<p>O grande mérito do Strobist reside em desenvolver e aplicar profissionalmente a concepção de utilizar equipamento de luz extremamente portátil. Ele não se limitou a apenas indicar a possibilidde (antes dele outros já o fizeram), mas foi além, elaborando e coletando soluções amplas, abrangentes e muito, mas muito baratas, que dão conta eficientemente de toda uma série de problemas decorrentes do uso dos pequenos flashes.</p>
<p>Parece tratar-se de uma contribuição modesta demais para o alarde que ele, o Strobist, ocasiona. Mas a realidade vem mostrando que não. A concepção de usar equipamento de luz portátil e simples, tornada realidade e aplicada cotidianamente não por um iniciante ou amador qualquer, mas por um profissional da fotografia, faz com que o assunto ganhe toda a seriedade que necessita para ser abraçada por fotógrafos do mundo todo. Aliado ao baixo custo de equipamento abre a porta para que uma infinidade de novos fotógrafos adentrem o mercado de trabalho produzindo fotografias com uma qualidade aceitável senão melhor, e a um custo significativamente inferior a aquele cobrado por renomados profissionais e suas máquinas maravilhosas. É nisso que reside sua contribuição e originalidade, este é o &#8220;tipo de luz&#8221; que o Strobist oferece sobre o assunto e é precisamente isto que o fotógrafo interessado e astuto irá encontrar ao ler o Strobist.</p>
<p>P.S.: Evidentemente que não precisamos entrar no mérido do incômodo que isto causa aos fotógrafos profissionais. Estão aí no mercado a anos, com seus enormes estúdios repletos de caríssimos Digiflashes, Photoflex, Browens e Elinchrons, e ainda que explicitamente não o assumam, se sentem seriamente ameaçados por esta nova geração de strobistas, que gradativamente vão conquistando espaço no mercado e, para usar uma expressão mesquinha, comendo o bolo pelas beiradas. Creio mesmo que o próprio David Strobist tenha vivenciado tal experiência ao perceber que nos últimos anos o mercado vem mostrando visíveis sinais de que &#8220;não está para peixe&#8221;, ainda mais em se tratando do saturado mercado americano, colocando-se na ordem do dia, para o bem da sobrevivência, diversificar a atuação. Diversificação, por sua vez, que mais e mais fotógrafos americanos adotam. No caso do David isto fica bastante visível com o tratamento comercial que confere a seu pseudônimo e idéias, que abrange não apenas um blog e forum, mas ainda seminários, cursos em DVD e parcerias comerciais. E não só lá, como aqui no Brasil, já se observa de tempos o mesmo fenômeno, em que renomados fotógrafos diversificam sua atividade escrevendo livros, ministrando cursos e palestras, coordenando associações e desenvolvendo parcerias comerciais.</p>
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		<title>Livros que recomendo</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 19:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Light: Science and Magic: An Introduction to Photographic Lighting
Discute princípios de iluminação de estúdio, com grande destaque para still, mas também abordando seriamente elementos chaves de retratos (tanto em estúdio quanto fora dele). Não traz um buzilhão de esquemas de luz pré-fabricados. Pelo contrário. Discute a lógica da luz, a lógica da iluminação, apresenta soluções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SG_J6li7MfI/AAAAAAAAAPo/MIyUe0JeKbU/s1600/big/light1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" rel="lightbox[125]"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219612501493887474" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SG_J6li7MfI/AAAAAAAAAPo/MIyUe0JeKbU/s200/thumb/light1.jpg" border="0" alt="light1 Livros que recomendo"  title="Livros que recomendo" /></a><a href="http://www.amazon.com/Light-Science-Introduction-Photographic-Lighting/dp/0240808193/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1215177167&amp;sr=8-1"><strong>Light: Science and Magic: An Introduction to Photographic Lighting</strong></a></p>
<p>Discute princípios de iluminação de estúdio, com grande destaque para still, mas também abordando seriamente elementos chaves de retratos (tanto em estúdio quanto fora dele). Não traz um buzilhão de esquemas de luz pré-fabricados. Pelo contrário. Discute a lógica da luz, a lógica da iluminação, apresenta soluções adaptáveis para inúmeras situaçoes, ensina a raciocinar e instrumentaliza o fotógrafo com ferramentas que podem ser aplicadas a diversas situações, das mais simples e banais as mais críticas (superfícies reflexivas, vidro, branco-no-branco, preto-no-preto, etc).</p>
<p>A meu ver, este é um livro indispensável, de cabeceira. Não para ser meramente lido, mas para ser seriamente estudado.</p>
<p>Está em sua terceira edição mas boatos afirmam que a primeira edição, que não se distingue em praticamente nada da última &#8211; posso garantir pois lí as duas &#8211; está disponível para download em formato PDF em algúm canto da Internet&#8230;</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Photographers-Eye-Composition-Design-Digital/dp/0240809343/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1215229029&amp;sr=8-1"><strong>The Photographer&#8217;s Eye: Composition and Design for Better Digital Photos</strong></a><a href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SG_KACmYlyI/AAAAAAAAAPw/DPAw-nrwyGY/s1600/big/The_Photo_Eyes.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" rel="lightbox[125]"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219612595192370978" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/SG_KACmYlyI/AAAAAAAAAPw/DPAw-nrwyGY/s200/thumb/The_Photo_Eyes.jpg" border="0" alt="The Photo Eyes Livros que recomendo"  title="Livros que recomendo" /></a></p>
<p>Este livro é inteiramente dedicado a um dos temas mais marginalizados em fotografia: design e composição. Apresenta ao leitor cada um dos aspectos da composição fotografica, analisados separadamente e também em seu conjunto, sempre ricamente ilustrados com exemplos concretos. Ensina a raciocinar em torno da imagem de modo a formar um senso e percepção aguçado, consciente e criterioso.</p>
<p>Também trata-se de livro de cabeceira e que requer estudo sério e dedicação.</p>
<p>Para além destes dois, recomendaria outros relacionados a workflow digital e Photoshop. Mas fica para a próxima.</p>
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		<title>Lighting for Impact</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 18:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do título pretensioso, o artigo Lighting for Impact aborda um pequeníssimo, porém não menos importante aspecto da iluminação de retratos em estúdio denominado accent lights, considerado por muitos fotógrafos como um dos mais importantes elementos daquilo que costumamos chamar &#8220;luz profissional para retratos&#8221; e que compreende diferentes efeitos de luz: hairlight, kickers e rim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do título pretensioso, o artigo <a href="http://www.ppmag.com/web-exclusives/2008/03/tutorial-lighting-for-impact.html">Lighting for Impact</a> aborda um pequeníssimo, porém não menos importante aspecto da iluminação de retratos em estúdio denominado accent lights, considerado por muitos fotógrafos como um dos mais importantes elementos daquilo que costumamos chamar &#8220;luz profissional para retratos&#8221; e que compreende diferentes efeitos de luz: hairlight, kickers e rim lights.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lighting Essentials Magazine</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/02/lighting-essentials-magazine.html</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 14:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou fanático por luz, o que está de acordo com a fotografia: todo fotógrafo que se preze tem que ser tarado por luz e sentir excitação quando esta se mostra deslumbrante.
Porém, quantas vezes a luz se mostra  naturalmente, espontaneamente excitante? Raras vezes. E o fotógrafo que se preze tem que ser capaz de recriar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.lighting-essentials.com/magazine/"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/R8A4cJ5qD5I/AAAAAAAAAH0/i4VvpCJdPfY/s200/thumb/lemag_logo.jpg" alt="lemag logo Lighting Essentials Magazine" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170194428566572946" border="0" title="Lighting Essentials Magazine" /></a>Sou fanático por luz, o que está de acordo com a fotografia: todo fotógrafo que se preze tem que ser tarado por luz e sentir excitação quando esta se mostra deslumbrante.</p>
<p>Porém, quantas vezes a luz se mostra  naturalmente, espontaneamente excitante? Raras vezes. E o fotógrafo que se preze tem que ser capaz de recriar esta excitação com os instrumentos de que dispõe: câmera, flashs, difusores e afins.</p>
<p>Dando uma maozinha nesta tarefa, ontem ganhou vida mais um recurso. Trata-se da <a href="http://www.lighting-essentials.com/magazine/">Lighting Essentials Magazine</a>, revista on-line criada pelo pessoal do <a href="http://www.lighting-essentials.com/">Lighting Essentials</a>. Além de toda aquela miríade de informações disponíveis no <a href="http://www.lighting-essentials.com/">Lighting Essentials</a>, a revista atuará como um noticiário do que há de importante sobre o assunto, com feed RSS para facilitar a leitura e possibilitando ainda a participação de toda comunidade.</p>
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		<title>Qual color space seleciono na câmera ao fotografar em RAW?</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2008/02/qual-color-space-seleciono-na-cmera-ao.html</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 01:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o fotógrafo se convence de que deve fotografar RAW, surge uma miríade de dúvidas a respeito de color space. E creio que a primeira delas seja esta: qual color space configuro na minha câmera? A resposta é simples: tanto faz!
Quando você fotografa em RAW, não faz diferença alguma selecionar este ou aquele color space [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o fotógrafo se convence de que deve fotografar RAW, surge uma miríade de dúvidas a respeito de color space. E creio que a primeira delas seja esta: qual color space configuro na minha câmera? A resposta é simples: tanto faz!</p>
<p>Quando você fotografa em RAW, não faz diferença alguma selecionar este ou aquele color space na câmera. Quem de fato vai definir o color space é o programa de conversão (Lightroom, ACR, Canon DPP, etc).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um clichê muito brega</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/um-clich-muito-brega.html</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 16:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Brega! Só assim que consigo definir um certo clichê adotado por aqueles que querem se fazer passar por fotógrafos. Trata-se de registrar cenas, quase sempre enfadonhas, rotacionando a câmera em ângulo de 45 graus. Soa moderno. Coisa de quem entende do assunto. Mas de fato é quase sempre banal e gera um resultado futil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brega! Só assim que consigo definir um certo clichê adotado por aqueles que querem se fazer passar por fotógrafos. Trata-se de registrar cenas, quase sempre enfadonhas, rotacionando a câmera em ângulo de 45 graus. Soa moderno. Coisa de quem entende do assunto. Mas de fato é quase sempre banal e gera um resultado futil e artificial. Com raras excessões, evidentemente. É o caso da foto abaixo, autoria de Hiteshi Sawlani.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm3.static.flickr.com/2017/2140593558_be6ff352bd.jpg" rel="lightbox[51]"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 501px; height: 335px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2017/2140593558_be6ff352bd.jpg" alt="2140593558 be6ff352bd Um clichê muito brega" border="0" title="Um clichê muito brega" /></a><br />Não é algo para a qual diríamos: Oh, que maravilha de imagem! Mas tampouco trata-se de meramente rotacionar a câmera para parecer moderno. Hiteshi explorou as linhas oferecidas pela imagem, fazendo com que uma ponte, até certo ponto trivial e além de tudo registrada em um dia monótono, apresentasse interesse e um certo impacto visual. Interessante exercício que vale a pena ser explorado.</p>
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		<title>Produtividade no Lightroom: Synchronize Settings</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/produtividade-no-lightroom-synchronize.html</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 23:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[lightroom]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das funcionalidade do Lightroom que mais oferece produtividade é a Sync Settings. Ela possibilita ajustar todo um conjunto de imagens ao mesmo tempo e sem a necessidade de copiar-e-colar develop settings.
Sync Settings no Library
Selecione múltiplas imagens no Library, incluindo a imagem que servirá de base para as edições que pretende implementar em todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das funcionalidade do Lightroom que mais oferece produtividade é a <span style="font-style: italic;">Sync Settings</span>. Ela possibilita ajustar todo um conjunto de imagens ao mesmo tempo e sem a necessidade de copiar-e-colar <span style="font-style: italic;">develop settings</span>.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sync Settings no Library</span></p>
<p>Selecione múltiplas imagens no <span style="font-style: italic;">Library</span>, incluindo a imagem que servirá de base para as edições que pretende implementar em todas as demais imagens selecionadas. Note que o botão <span style="font-style: italic;">Sync Settings</span> do painel <span style="font-style: italic;">Quick Develop &#8211; </span>normalmente desabilitado &#8211; estará agora habilitado.</p>
<p>Feita a seleção das imagens, clique sobre a imagem-base e faça os ajustes que julgar necessário. Clique no botão <span style="font-style: italic;">Sync Settings</span> para ganhar acesso a janela <span style="font-style: italic;">Synchronize Settings</span>.</p>
<p>Finalmente, na janela <span style="font-style: italic;">Synchronize Settings, </span>poderá especificar exatamente o que deve ser sincronizado entre as diversas imagens.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sync Settings no Develop</span></p>
<p>Inicialmente o <span style="font-style: italic;">Develop</span> se comporta de forma semelhante. Você seleciona todas as imagens que deseja alterar, elege uma imagem como base para as alterações, efetua todos os ajustes nesta imagem-base e, por fim, clica no botão <span style="font-style: italic;">&#8220;Sync&#8230;&#8221;</span> (no lugar do botão <span style="font-style: italic;">Previous</span>), para ganhar acesso a janela <span style="font-style: italic;">Synchronize Settings</span>.</p>
<p>Porém há mais coisas aqui.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Fazendo o bypass da janela Synchronize Settings</span></p>
<p>O <span style="font-style: italic;">Develop</span> permite sincronizar ajustes sem ter que abrir a janela <span style="font-style: italic;">Synchronize Settings</span>.</p>
<p>Após concluir os ajustes sobre a imagem-base, pressione a tecla ALT: imediatamente o botão <span style="font-style: italic;">&#8220;Sync&#8230;&#8221;</span> mudará para <span style="font-style: italic;">Sync</span> (sem os três pontos). Clicando neste botão os ajustes serão imediatamente aplicados a todas as imagens selecionadas sem que a janela <span style="font-style: italic;">Synchronize Settings </span>seja apresentada. O LR utilizará a última configuração definida em <span style="font-style: italic;">Synchronize Settings</span> para aplicar estes ajustes.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Auto Sync</span></p>
<p>No <span style="font-style: italic;">Develop</span>, uma vez selecionado todas as imagens, poderá habilitar o modo <span style="font-style: italic;">Auto Sync</span>: as alterações realizadas em uma imagem se aplicação <span style="font-weight: bold;">imediatamente</span> a todas as demais imagens selecionadas. Prático, hein?</p>
<p>Para trabalhar em modo <span style="font-style: italic;">Auto Sync</span>, clique na tecla CTRL: imediatamente o título do botão <span style="font-style: italic;">&#8220;Sync</span>&#8230;&#8221; mudará para <span style="font-style: italic;">Auto Sync</span>. Clique nele para ativar este modo.</p>
<p>Boa diversão!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Breves mas esclarecedores</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por vezes basta um simples artigo, poucos parágrafos de fato, para esclarecer toda uma sorte de questões que pareciam insolúveis. Um destes é um artigo escrito por Michael Ray e publicado na Professional Photography 101: You don’t need a freakin light meter! Yes, Michael is completely right! Mesmo que o mundo inteiro diga o contrário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes basta um simples artigo, poucos parágrafos de fato, para esclarecer toda uma sorte de questões que pareciam insolúveis. Um destes é um artigo escrito por Michael Ray e publicado na Professional Photography 101: <a href="http://www.professionalphotography101.com/photography/dont_need_meter.html">You don’t need a freakin light meter!</a> Yes, Michael is completely right! Mesmo que o mundo inteiro diga o contrário, com uma máquina digital nas mãos você realmente não precisa de um light meter.</p>
<p>Outro artigo interessante é <a href="http://www.professionalphotography101.com/photography/photolightsources.html">Photographic Light Sources</a>. Breve mas esclarecedora apresentação dos diversos tipos de luzes de estúdio.</p>
<p><a href="http://www.professionalphotography101.com/portrait_lighting/light_size.html">Photographic light source size comparison</a> é mais outro que deve ser mencionado. Um teste que possibilita visualizar, lado-a-lado o resultado da aplicação de diferentes luzes e difusores em fotos de retratos.</p>
<p>Visite o <span style="text-decoration: underline;"></span><a href="http://www.professionalphotography101.com/">Professional Photography 101</a> e descubra outros tantos artigos breves mas esclarecedores.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A vez da gambiarra</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/pois-j-manifestei-minha-averso-as.html</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 02:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Manifestei minha aversão as gambiarras. Mas há ocasiões em que esta é a alternativa mais rápida e prática para a resolução de um problema.
Devido a uma limitação na inclinação, que me impedia de direcionar esta soft-umbrella adequadamente ou mesmo de trazê-la mais próximo do flash, não encontrei opção senão fazer uma pausa para o lanche.
Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manifestei minha aversão as gambiarras. Mas há ocasiões em que esta é a alternativa mais rápida e prática para a resolução de um problema.</p>
<p>Devido a uma limitação na inclinação, que me impedia de direcionar esta <span style="font-style: italic;">soft-umbrella</span> adequadamente ou mesmo de trazê-la mais próximo do <span style="font-style: italic;">flash</span>, não encontrei opção senão fazer uma pausa para o lanche.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/R2h9JjzsS6I/AAAAAAAAAAs/EvuZy_rRAog/s1600/big/_MG_3945-Edit.jpg" rel="lightbox[44]"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/R2h9JjzsS6I/AAAAAAAAAAs/EvuZy_rRAog/s320/thumb/_MG_3945-Edit.jpg" alt=" MG 3945 Edit A vez da gambiarra" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145500177455139746" border="0" title="A vez da gambiarra" /></a><br />Que surpresa agradável ao esmiuçar o tubo de Pringles já vazio, na esperança de encontrar uma batata saideira, e descobrir que seu interior é reflexivo. Não pensei duas vezes. Retirei o fundo do tubo e fiz a engenhoca funcionar.</p>
<div style="text-align: left;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/R2h9PDzsS7I/AAAAAAAAAA0/ZAACVLmnhWI/s1600/big/_MG_3946-Edit.jpg" rel="lightbox[44]"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="/wp-content/uploads/blogger/_yy5oBqtbf6A/R2h9PDzsS7I/AAAAAAAAAA0/ZAACVLmnhWI/s320/thumb/_MG_3946-Edit.jpg" alt=" MG 3946 Edit A vez da gambiarra" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145500271944420274" border="0" title="A vez da gambiarra" /></a><br />Só não gostei do sabor: Pringles de bacon, eca! Mas se encontrasse mais uma, ah, eu comia!</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais luz&#8230;</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/mais-luz.html</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 16:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[O website http://www.studiolighting.net/ reúne uma grande quantidade de vídeos, podcasts e tutoriais sobre equipamento de luz, configurações, técnicas e tudo o mais relacionado a luz de estúdio.
Visita obrigatória.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O website <a href="http://www.studiolighting.net/">http://www.studiolighting.net/</a> reúne uma grande quantidade de vídeos, podcasts e tutoriais sobre equipamento de luz, configurações, técnicas e tudo o mais relacionado a luz de estúdio.</p>
<p>Visita obrigatória.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Light, light, light&#8230;</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/light-light-light.html</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um cara chamado Ken Henderson fez algo muito bacana. Publicou no YouTube um vídeo dividido em 8 partes, abordando luzes de estúdio.
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=6lsRu90jE88Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=9crGU-QRCZEParte 3: http://www.youtube.com/watch?v=VUJ_nV4UXcQParte 4: http://www.youtube.com/watch?v=eMY_uWZRNEgParte 5: http://www.youtube.com/watch?v=B4PK7gddT_sParte 6: http://www.youtube.com/watch?v=sJugEUrqCH4Parte 7: http://www.youtube.com/watch?v=t49wbabsM5EParte 8: http://www.youtube.com/watch?v=9oFWgGIWRRM
Diversão garantida  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um cara chamado Ken Henderson fez algo muito bacana. Publicou no YouTube um vídeo dividido em 8 partes, abordando luzes de estúdio.</p>
<p><span style="font-size:100%;">Parte 1: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6lsRu90jE88" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=6lsRu90jE88</a><br /></span>Parte 2: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9crGU-QRCZE" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=9crGU-QRCZE</a><br /></span>Parte 3: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VUJ_nV4UXcQ" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=VUJ_nV4UXcQ</a><br /></span>Parte 4: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eMY_uWZRNEg" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=eMY_uWZRNEg</a><br /></span>Parte 5: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=B4PK7gddT_s" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=B4PK7gddT_s</a><br /></span>Parte 6: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sJugEUrqCH4" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=sJugEUrqCH4</a><br /></span>Parte 7: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=t49wbabsM5E" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=t49wbabsM5E</a><br /></span>Parte 8: <span style="color:DimGray;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9oFWgGIWRRM" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=9oFWgGIWRRM</a></span></p>
<p>Diversão garantida <img src='http://www.fotozine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' title="Light, light, light..." /> <br /></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Retratação</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/retratao.html</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 01:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[* É tolice improvisar difusor de luz com potes de tuperware, margarina ou mesmo construindo um soft-box de papelão. Além de ser uma solução tosca para algo tão barato, a qualidade da luz é horrível. É é mesmo verdade: não faz sentido gastar 20, 30, 50 mil em equipamento fotográfico e economizar alguns poucos reais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* É tolice improvisar difusor de luz com potes de tuperware, margarina ou mesmo construindo um soft-box de papelão. Além de ser uma solução tosca para algo tão barato, a qualidade da luz é horrível. É é mesmo verdade: não faz sentido gastar 20, 30, 50 mil em equipamento fotográfico e economizar alguns poucos reais com acessórios apropriados.</p>
<p>* É perda de tempo improvisar uma sombrinha de fotografia usando um guarda-chuva comum. Não há comparação na praticidade, acabamento e principalmente na qualidade de luz produzida por uma verdadeira sombrinha para fotografia.</p>
<p>* Pode ser divertido seguir as pegadas do Strobist. Porém seus esparsos e muitas vezes confusos ensinamentos estão muito aquém do que você pode aprender em um livro de qualidade, como Light Science &amp; Magic.</p>
<p>* Não dá para trabalhar com fotografia digital tendo um computador tosco. É necessário um processador decente, rápido, como um Core2Duo. Necessário o mínimo de 2 GBs de DDR2, rodando síncrona com o processador e operando em dual buffer. Necessário 500GB ou mesmo 1 TB de HD. Tem que ser rápido como os WD Raptor ou os Seagate 7200.10. Nada menos que isso. E rodando em RAID. Necessário sobretudo um monitor respeitável. E não dá pra ser tosco: um teclado decente, confortável e de fácil digitação. E um mouse de precisão.</p>
<p>Tem mais uma lição que estou aprendendo neste instante: está sendo terrível trabalhar com flash portátil, sem luz modeladora, sem potência adequada, sem acessórios apropriados. Se não me adaptar, partirei para flash de estúdio.</p>
<p>Ô retratação cara&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Expose for RAW</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/ento-voc-como-eu-leu-o-expose-to-right.html</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 18:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Então você, como eu, leu o Expose to the right da Luminous Landscape e julgou que agora sim, suas fotos sairiam expostas corretamente. Bastaria confiar no histograma. Daí, como eu, deve ter descoberto que não era bem assim: as fotos não saiam tão boas quanto deveriam.
Pensou um pouco e se deu conta que era evidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então você, como eu, leu o <a href="http://www.luminous-landscape.com/tutorials/expose-right.shtml">Expose to the right</a> da Luminous Landscape e julgou que agora sim, suas fotos sairiam expostas corretamente. Bastaria confiar no histograma. Daí, como eu, deve ter descoberto que não era bem assim: as fotos não saiam tão boas quanto deveriam.</p>
<p>Pensou um pouco e se deu conta que era evidente que não sairiam corretas: o histograma que visualiza não é baseado no RAW que sua máquina registra mas num JPEG gerado pela câmera para fins de visualização no LCD. Pouca relação, pois, com seu RAW. Além do mais, nele se aplica <span style="font-style: italic;">Picture Styles</span> (e sempre tem um sendo aplicado ao Jpeg), o que gera resultados ainda mais inesperados.</p>
<p>A dica então passou a ser: <span style="font-style: italic;">&#8220;Utilize o Picture Style Neutral que é o mais próximo de um RAW&#8221;</span>. Fiz isso e o resultado continuou inadequado. E é claro que continuaria. O <span style="font-style: italic;">Picture Style Neutral</span> <span style="font-weight: bold;">NÃO</span> é o mais próximo de RAW. Nenhum <span style="font-style: italic;">Picture Style</span> é próximo de um RAW. RAW é um arquivo não processado, uma sequência linear de <span style="font-style: italic;">bytes </span>reunindo informações de cor e luz que deverão ser decodificadas por algúm programa (DPP, ACR, Lightroom, etc). E cada programa, ao decodificar as informações de RAW, interpreta-as de modo diferente.</p>
<p>Uma solução simples e prática parece não existir. Mas uma boa compreensão do problema já ajuda um bocado. <a href="http://www.digitalphotopro.com/tech/exposing-for-raw.html">Expose for RAW</a> discute precisamente os problemas levantados acima e oferece algumas soluções parciais, que não sendo elegantes ao menos são funcionais.</p>
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		<title>Sombras duras devem ser evitadas a todo custo?</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2007/12/sombras-duras-devem-ser-evitadas-todo.html</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 21:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>

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		<description><![CDATA[Como fotógrafos, vivemos fugindo das sombras duras e excessivamente delineadas. Consideramos seus resultados pouco satisfatórios, indesejáveis e até amadorísticos.
Mas as sombras duras e pronunciadas não devem ser desprezadas em fotografia, nem sofrerem tabú e preconceito. Se bem exploradas e trabalhadas, proporcionam trabalhos impressionsantes.
DYIPhotography.net apresenta 8 formas de incluir sombras em suas fotos, complementado por um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como fotógrafos, vivemos fugindo das sombras duras e excessivamente delineadas. Consideramos seus resultados pouco satisfatórios, indesejáveis e até amadorísticos.</p>
<p>Mas as sombras duras e pronunciadas não devem ser desprezadas em fotografia, nem sofrerem tabú e preconceito. Se bem exploradas e trabalhadas, proporcionam trabalhos impressionsantes.</p>
<p>DYIPhotography.net apresenta <a href="http://www.diyphotography.net/eight-great-ways-to-include-shadows-in-your-pictures">8 formas de incluir sombras em suas fotos</a>, complementado por um artigo que discute <a href="http://www.diyphotography.net/shadows-what-they-are-and-where-to-find-them">o que são e aonde encontrá-las</a>.</p>
<p>Strobist também discute o assunto em <a href="http://strobist.blogspot.com/2006/03/lighting-101-hard-light.html">Hard light</a> e em <a href="http://strobist.blogspot.com/2006/04/lighting-101-long-throw-hard-light.html">Long-throw hard light</a>.<a href="http://strobist.blogspot.com/2006/04/lighting-101-long-throw-hard-light.html"></a></p>
<p>Num mundo aonde todos procuram, mediante a suavização da luz, conferir um ar mais &#8220;profissional&#8221; as suas fotos &#8211; e com isto resvalam facilmente no lugar comum aonde todos os gatos não são mais que pardos &#8211; trabalhar com luz dura pode fazer a diferença.</p>
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		<title>Digital nova com defeito de fábrica</title>
		<link>http://www.fotozine.com.br/2006/06/digital-nova-com-defeito-de-fbrica.html</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jun 2006 03:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fotozine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[canon]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que parte significativa das máquinas digitais já saem de fábrica com defeito? E sabia ainda que com o passar do tempo, esses defeitos vão se tornando cada vez mais presentes?
Trata-se de pixels defeituosos presentes no sensor da máquina e as vezes até no LCD. Estes minúsculos defeitos dividem-se em 3 tipos:
* Dead pixels: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que parte significativa das máquinas digitais já saem de fábrica com defeito? E sabia ainda que com o passar do tempo, esses defeitos vão se tornando cada vez mais presentes?</p>
<p>Trata-se de pixels defeituosos presentes no sensor da máquina e as vezes até no LCD. Estes minúsculos defeitos dividem-se em 3 tipos:</p>
<p>* Dead pixels: pixels que não mais lêem informações e permanecem continuamente desligados. Aparecem nas imagens como pontos pretos.</p>
<p>* Stuck pixels: pixels que permanecem continuamente ligados. Surgem nas imagens como pontos brancos.</p>
<p>* Hot pixels: pixels que apresentam-se como vermelho, laranja ou verde em exposições mais prolongadas. Com o passar do tempo, e na medida em que vão aparecendo em exposições cada vez mais curtas, transformam-se em stuck pixels continuamente ligados.</p>
<p>Pense na 5D e em seus 13 milhões de pixels. 13 milhões! O que é um pixel ou outro defeituoso?! É assim que pensam uns tantos.</p>
<p>Outros não se importam muito: os defeitos podem ser corrigidos nos programas de conversão RAW e no Photoshop.</p>
<p>Mas aparte estas duas turmas, tem um bocado de gente que não se conforma em desembolsar um alto montante para receber uma máquina com defeito. E para estes infortunados, a história pode ter um final infeliz.</p>
<p>Alguns fabricantes estabeleceram limites percentuais de presença de pixels defeituosos antes de considerarem a máquina realmente defeituosa. A Canon, para ficar num exemplo que me interessa diretamente, estabeleceu o limíte de 0.01%. Isso significa que uma EOS 5D, com seus 13 megapixels, só será considerada defeituosa pela Canon se possuir mais de 1300 pixels com defeito.</p>
<p>Brincadeira? Piada de mau gosto? Não, é sério. É pra valer! Menos de 0.01% de pixels defeituosos e não há nem garantia nem conserto de graça. Se você for o proprietário de uma máquina repleta destes pequenos defeitos terá que desembolsar o conserto do próprio bolso. Se lá fora custa cerca de $150, imagine aqui no Brasil&#8230;</p>
<p>E o conserto nem parece ser lá grandes coisas. De modo geral, a Canon realiza um remapeamento dos pixes defeituosos de tal modo que pixels adjacentes passem a ser o determinante na cor que deve ser apresentada no lugar do defeito. Troca do sensor somente para casos muitos graves.</p>
<p>Mas o fato é que a maioria convive com estes defeitos sem sequer notá-los pois, de saída, enfrenta a dificuldade em determinar o que é defeito e o que é simples ruído ou imperfeição na leitura.</p>
<p>Uma situação típica em que os pixels defeituosos são mais visíveis e discerníveis, é nas longas exposições. Outra é no aumento do ISO. Ora, ambas as situações são famosas por constituirem-se no Calcanhar de Aquiles das máquinas digitais, região aonde apresentam desempenho insatisfatório, para não dizer ruim, se comparado as máquinas de película. E por insatisfatório comumente nos referimos ao nível de ruído presente. Mas agora cabe uma pergunta: quanto é realmente ruído e quanto é pixel defeituoso?</p>
<p>Para descobrir, pode-se proceder a um minucioso e trabalhoso rastreamento visual a partir de diversas imagens em condições semelhantes ou diferentes. Eliminamos  esta solução por motivos óbveis.</p>
<p>Um jeito menos trabalhoso é utilizar o <a href="http://www.starzen.com/imaging/deadpixeltest.htm">Dead Pixel Test</a>, um pequeno utilitário para PC que analisa fotos e determina o montante de pixels defeituosos presente na máquina de acordo com a exposição aplicada no registro da imagem e um valor inicial de segurança informado pelo usuário. Segue com um pequeno manual que explica como realizar os testes e analisar os resultados.</p>
<p>Boa sorte!</p>
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