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StroboxAí está mais outra aplicação que pode quebrar um enorme galho ao fotógrafo devidamente conectado.

Chama-se Strobox (abre no iTunes), foi desenvolvida pela pessoal do já conhecido The Online Light Diagram Creator e possibilita elaborar diagramas de luz diretamente no seu iPhone.

Instalei, teste e aprovei. A interface é simples e eficiente, com usabilidade  que não deixa a desejar. Conta com um compreensivo leque de equipamentos, abrangendo o que há de mais comum em estúdios: fundos, strobos, softboxes, sombrinhas, refletores, flashes, paineis e muito mais.

Vale salientar ainda que o Strobox é inteiramente gratuito e tem sua razão: “queremos é que mais pessoas utilizem a aplicação, não menos”. Prometem mantê-lo gratuito e já cogitam em desenvolver novos objetos para uma futura atualização.

Nikkor Lenses SimulatorJá pensou em fazer de 0 a 100 em 1 segundo? E que tal de 10 a 600 em 1 segundo?! Ah, não acredita? Então e visite o Nikkor Lenses Simulator e divirta-se com o simulador de objetivas que a Nikon bolou para você explorar as objetivas Nikkor disponíveis atualmente.

E outra ferramenta muito bacana é o Nikkor Positioning Map: um mapa das objetivas Nikkor com opcões de filtragem por tipo de objetiva e funcionalidades.

Nikon Learn & ExploreÉ muito difícil encontrar bons aplicativos de fotografia para o iPhone. A quantidade é tão grande e a qualidade tão baixa que desanima qualquer um. Mas creio ter encontrado uma aplicação digna de ser recomendada.

Falo do Nikon Learn & Explore (abre no iTunes). Bem feita, é recheada de informações, entrevistas e dicas de fotografia. O conteúdo é apresentado tanto em formato texto quanto vídeo (em inglês). A atualização é automática, incluindo a edição completa da Nikon World em formato digital/online. Tem ainda um glossário bastante compreensivo, contendo os principais termos fotográficos. E por fim é gratuita.

Por falar no assunto, aproveito para informar que atualizei o template do fotozine para que funcione de modo otimizado ao ser acessado por iPhone. Se você tem um aparelhinho destes, experimente. Tenho certeza de que irá gostar do formato de apresentação.

Dizem que gosto não se discute, mas “mau gosto” pode e deve ser discutido assim como eliminado. Parte significativa das fotografias HDR (High Dynamic Range) que encontramos por aí são simplesmente detestáveis.

Não, não falo mal da tecnologia/técnica por detrás do HDR. Pelo contrário, considero-a da maior valia. Problema mesmo é aqueles que se valem de tal funcionalidade para, exagerando seus recursos, criar fotografias do mais péssimo gosto, com halos por toda parte, noise excessivo e horrenda saturação. É um problema de percepção de mundo, de educação estética e também de técnica, ou melhor dizendo, de falta de técnica.

Que o diga o fotógrafo EduChaves (@educhaves2), que encara esta problemática até com maior gravidade:

“Vi poucos ‘trabalhos’ em que se justifica o uso do HDR. E a maioria é: estava ruim e ficou pior com HDR.”

Para tentar reverter esta situação, EduChaves se propôs e executou uma primorosa tarefa: traduziu para o português todo o manual de um dos mais importantes e completos softwares de criação de HDR, o Photomatix Pro.

“Vamos usar da maneira correta o HDR. Ele é ferramenta, não é solução e não deve ser restrito a poucos.”

E a tradução da ferramenta foi mesmo primorosa. EduChaves tomou o cuidado de preservar, sempre que necessário e entre parênteses, todas as expressões originais em inglês de modo a eliminar eventuais dúvidas. Ao mesmo tempo, e com muito bom senso, também manteve em inglês todos aqueles termos fotográficos já consagrados, percebendo que sua tradução traria mais prejuízo do que benefício. Um trabalho atento e limpo que só poderia ser bem realizado por quem entende do assunto.

O Manual Photomatix em Português (PDF – 500KB) pode ser baixado na seção de suporte do website do Photomatix Pro assim como a partir do link direto.

E EduChaves já adianta: vem aí o Photomatix Pro 4.0 e com ele o novo manual também traduzido, seguido de workshops gratuitos que ocorrerão aqui no Brasil.

A Internet está repleta de opções para compartilhar e hospedar fotografias online. Vamos falar rapidamente daqueles que parecem ser os mais populares, oferecendo a melhor combinação de recursos e facilidades de uso.

FlickrFlickr, um dos maiores serviços de compartilhamento de imagens, famoso tanto por ser gratuito quanto por oferecer excelentes serviços pagos (é o modelo freemiun de negócio, tão comum na web 2.0), anunciou recentemente ter chegado a casa dos 3 bilhões de fotos armazenados em seus servidores. Soa como um número impressionante (e realmente é) mas ainda é pouco se comparado aos 10 bilhões de fotos que o Facebook anunciou apenas um mês antes.

fotoviewr: extende o Flickr possibilitando criar fantásticas galerias a partir de suas próprias fotos.

iStockPhoto: não é exatamente um serviço de compartilhamento de imagens mas, isto sim, um banco de imagens royalty free, ou seja, gratuito. Agora também oferece vídeo e música também royalty free.

Photobucket: um massivo serviço de álbum, hospedagem e compartilhamento de fotos. Oferece interessantes e úteis recursos como álbuns comunitários, temas variados para personalização dos álbuns e compartilhamento de fotos por email, comunicadores (intant messengers) e celulares/smart phones.

PicasaO Picasa permite editar e compartilhar imagens. Requer o download de um programa que está disponível para Windows, Linux e agora também para Mac.

SmugMug: oferece algumas funcionalidades para comercialização de imagens que podem ser úteis para um fotógrafo tentando sobreviver de fotografia. Não tem serviço gratuíto e seu plano básico começa a partir de $39.95.