O Sesc Pinheiros, em São Paulo, inaugura um ciclo de exposições e lançamentos voltados ao fotógrafo Henri Cartier-Bresson.
Amanhã, 16 de setembro, o Sesc fará o lançamento do livro “Henri Cartier-Bresson – Fotógrafo”, que reúne 150 fotos selecionadas pelo próprio fotógrafo e seu editor Robert Delpire.
Na quinta inicia-se a mostra “Henri Cartier-Bresson – Fotógrafo” apresentando 133 fotografias que fazem parte do acervo da Magnum. Uma breve seleção do que irá encontrar está disponível em uma galeria no Flickr.
E paralelamente à exposição principal, teremos a mostra “Bressonianas” composta pela seleção de 42 imagens de fotógrafos brasileiros que têm em suas obras a influência de Bresson, entre eles: Cristiano Mascaro, Flavio Damm, Carlos Moreira, Orlando Azevedo, Juan Esteves, Marcelo Buainain e Tuca Vieira.
Vá lá e divirta-se apreciando boas e inspiradoras fotos. As exposições seguem até o dia 20 de dezembro mas não deixe para a última hora!
Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros
Fone: 11-3095-9400
De terça a sexta, das 10h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30.
JR tinha 17 anos e era grafiteiro quando encontrou uma câmera fotográfica esquecida no metrô parisiense. Hoje, aos 25 anos, é tido como um dos grandes nomes da fotografia de arte, realizando uma grandiosa fusão entre fotografia e grafite. Seus modelos são pessoas comuns, que compartilham uma vida dura e sofrida. E sua galeria são as ruas, paredes e telhados de lugares pobres espalhados pelo mundo. – http://jr-art.net/
JR was 17 years old when he found a camera forgotten in the Parisian subway. Today, with 25 years old, JR is considered one of the great names of art photography, doing a “big” fusion between photography and graphite. His models are ordinary people, living a hard and suffered life. And his gallery are the streets, walls and roofs of poor places around the world. – http://jr-art.net/
Não importa quanto Photoshop ele use nem quão ruim seja seu site, o fato é que a série Babel Tales do fotógrafo dinamarques Peter Funch é sensacional.
O que Funch faz é muito simples e evidente: posiciona sua câmera em um tripé, em pontos estratégicos da cidade de Nova York aonde reside atualmente, e captura cenas prosaicas, típicas de street photography. Atento a cada cena, identifica padrões de cores, comportamento, movimento que posteriormente serão reunidos em uma imagem final formando um grande e rico mosaico.
A técnica não é nova e já existe de longa data (veja por exemplo o trabalho do fotógrafo suíço Ulf Lundin). A surpresa porém reside no resultado, na visão podemos assim dizer, e na atenção ao detalhe adotados por Funch, que constrói fotos não apenas respeitando este ou aquele padrão, mas que prometem instigar, divertir e surpreender. Um trabalho, em suma, nem um pouco prosaico.
O website de Peter Funch é de um gosto muito duvidoso (ugh?!) e um tanto quanto bugado. Mas possibilita visualizar a galeria completa de Babel Tales assim como conhecer outros de seus curiosos trabalhos. E não deixe de visitar ainda o website de sua V1 Gallery, em Copenhagem, onde já ocorreram exposições interessantíssimas, marcadas por um intenso expressionismo, que honestamente muito me fascina.
Destesto esquema de luz mas adoro bastidores. Um é tão inútil quanto o outro mas ao menos os bastidores são mais divertidos.
O vídeo abaixo permite acompanhar rapidamente os bastidores de uma sessão fotográfica cujo tema é a falência de um banco. Repare que o fotógrafo está utilizando os novos Pocket Wizards Mini/Flex para controlar seus Canon 580EX. Para maiores detalhes visite o Utah Photojournalism.
Unikonetwork: Agradecemos a todos que participaram da promoção do fotozine. Continuem nos seguindo para saber de nossas promoções e descontos! 2 weeks ago from web