Resultados para " Equipamento"
O PhotoWorkshop.com contém uma série de tutoriais em formato vídeo abordando as funcionalidades do Digital Photo Professional da Canon. De tópicos básicos, como navegação e configuração, passando por organização e edição de imagens, até ferramentas mais avanças como Tone Curve e Noise Reduction III. Vale a pena, tanto para quem está perdido quanto para aqueles que querem conhecer mais sobre os recursos oferecidos.
Outra seção que aprecio é Canon Digital Learning Center, com destaque especial para o EOS Speedlite System Tips, tutoriais abordando o uso do flash Speedlite tanto para uso geral quanto para macro.
Já Alain Briot, do Beautiful Landscapes, oferece uma série de vídeos sobre o DxO, o Capture One, o Adobe Camera Raw e o RawShooter. São tutoriais eminentemente práticos, apresentando o workflow do Alan em cada uma das ferramentas.
Por sua vez, o RawWorkflow.com disponibiliza um vídeo-tutorial sobre o RawShooter Premium, assim como vídeos diversos abordando o uso de um de seus produtos, a WhiBall.
Adoro soluções do tipo “faça você mesmo”. E eis aqui um softbox/big bouncer para um 550EX/420EX mas que pode facilmente ser adaptado para um 580 EX.
A despeito de somente ser possível filosofar em alemão, creio que não encontrará grandes dificuldades em construir este softbox apenas a partir das ilustrações.
Acabei de voltar das compras. Trouxe comigo uma Canon EOS 5D, um 580EX e um CF de 2 GBs da Sandisk. Faltam ainda 2 objetivas. E E também falta algo muito importante: as caixas!
Muitos diriam: “As caixas?! Caixa é o de menos!”
Mas creia-me, as caixas são importantes, muito importantes mesmo.
O problema quando compramos equipamento novo é validar se ele realmente é novo. Ou, dito em outras palavras, verificar se não estamos comprando equipamento usado ou remanufaturado.
Enquanto uma câmera usada é relativamente fácil de ser identificada, com máquina remanufaturada a coisa fica mais complicada pois, para todos os efeitos, o equipamento não apresenta sinal algúm de uso ou manipulação, a caixa é nova e encontra-se intacta, o manual nunca foi folheado, enfim, nada indica que ele tenha sido remanufaturado. Mas, há excessões, válidas para a Canon EOS 5D e possivelmente para outras máquinas da Canon:
* Observe a caixa a procura de alguma etiqueta aonde esteja estampado a palavra “USED”. Óbvio demais, né?
* Observe o código de barras presente na caixa. Apresentando um ponto preto seguido da letra “o”, temos um remanufaturado em mãos.
* Observando ainda o código de barras, a presença da inscrição “RE” também indica máquina remanufaturada.
* Compare o número de série inscrito na caixa com o número de série fixado na etiqueta da câmera. Havendo diferenças, temos aí um possível caso de troca anterior de equipamento, troca esta geralmente ocasionada por defeito. Possivelmente o equipamento com defeito agora está sendo repassado a você!
* Verifique por fim a etiqueta de número de série da máquina. A presença de um ponto nesta etiqueta, denuncia tratar-se de máquina remanufaturada.
Entendeu agora porque a caixa é tão importante?
Por tudo isso, controlo mais minha ansiedade e retirarei o equipamento quando tudo estiver aqui, incluindo as caixas!
Você sabia que parte significativa das máquinas digitais já saem de fábrica com defeito? E sabia ainda que com o passar do tempo, esses defeitos vão se tornando cada vez mais presentes?
Trata-se de pixels defeituosos presentes no sensor da máquina e as vezes até no LCD. Estes minúsculos defeitos dividem-se em 3 tipos:
* Dead pixels: pixels que não mais lêem informações e permanecem continuamente desligados. Aparecem nas imagens como pontos pretos.
* Stuck pixels: pixels que permanecem continuamente ligados. Surgem nas imagens como pontos brancos.
* Hot pixels: pixels que apresentam-se como vermelho, laranja ou verde em exposições mais prolongadas. Com o passar do tempo, e na medida em que vão aparecendo em exposições cada vez mais curtas, transformam-se em stuck pixels continuamente ligados.
Pense na 5D e em seus 13 milhões de pixels. 13 milhões! O que é um pixel ou outro defeituoso?! É assim que pensam uns tantos.
Outros não se importam muito: os defeitos podem ser corrigidos nos programas de conversão RAW e no Photoshop.
Mas aparte estas duas turmas, tem um bocado de gente que não se conforma em desembolsar um alto montante para receber uma máquina com defeito. E para estes infortunados, a história pode ter um final infeliz.
Alguns fabricantes estabeleceram limites percentuais de presença de pixels defeituosos antes de considerarem a máquina realmente defeituosa. A Canon, para ficar num exemplo que me interessa diretamente, estabeleceu o limíte de 0.01%. Isso significa que uma EOS 5D, com seus 13 megapixels, só será considerada defeituosa pela Canon se possuir mais de 1300 pixels com defeito.
Brincadeira? Piada de mau gosto? Não, é sério. É pra valer! Menos de 0.01% de pixels defeituosos e não há nem garantia nem conserto de graça. Se você for o proprietário de uma máquina repleta destes pequenos defeitos terá que desembolsar o conserto do próprio bolso. Se lá fora custa cerca de $150, imagine aqui no Brasil…
E o conserto nem parece ser lá grandes coisas. De modo geral, a Canon realiza um remapeamento dos pixes defeituosos de tal modo que pixels adjacentes passem a ser o determinante na cor que deve ser apresentada no lugar do defeito. Troca do sensor somente para casos muitos graves.
Mas o fato é que a maioria convive com estes defeitos sem sequer notá-los pois, de saída, enfrenta a dificuldade em determinar o que é defeito e o que é simples ruído ou imperfeição na leitura.
Uma situação típica em que os pixels defeituosos são mais visíveis e discerníveis, é nas longas exposições. Outra é no aumento do ISO. Ora, ambas as situações são famosas por constituirem-se no Calcanhar de Aquiles das máquinas digitais, região aonde apresentam desempenho insatisfatório, para não dizer ruim, se comparado as máquinas de película. E por insatisfatório comumente nos referimos ao nível de ruído presente. Mas agora cabe uma pergunta: quanto é realmente ruído e quanto é pixel defeituoso?
Para descobrir, pode-se proceder a um minucioso e trabalhoso rastreamento visual a partir de diversas imagens em condições semelhantes ou diferentes. Eliminamos esta solução por motivos óbveis.
Um jeito menos trabalhoso é utilizar o Dead Pixel Test, um pequeno utilitário para PC que analisa fotos e determina o montante de pixels defeituosos presente na máquina de acordo com a exposição aplicada no registro da imagem e um valor inicial de segurança informado pelo usuário. Segue com um pequeno manual que explica como realizar os testes e analisar os resultados.
Boa sorte!