Depois do Lightroom, não ví mais muito sentido em usar outros softwares durante a fase de “revelação” do RAW. Nem mesmo a última versão do ACR me encantou.
Todavia, não posso esquecer de outro software que ainda hoje me chama a atenção, a despeito de todos os problemas que apresentou no passado.
Falo do LightZone, que chega agora a versão 3.4. As novidades dizem respeito apenas ao incremento de presets e a nova funcionalidade de preview de presets, duas características que particularmente não oferecem maior utilidade. Mas o que vale a pena destacar no LightZone são suas intuitivas ferramentas de manipulação que exploram os conceitos expostos pelo Ansel Adams no seu Zone System (daí o nome LightZone). E faz isso de modo não destrutivo, operando sobre múltiplos layers criados automicamente ao se usar qualquer uma das ferramentas.
Se não conhece o LightZone, recomendo que baixe o demo e conheça suas capacidades. E se for um entusiasta de Linux, provavelmente vai gostar da versão beta do LightZone para Linux, que pode ser baixado e testado livremente até meados de maio.
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